... Você pode me ver do jeito que quiser, eu não vou fazer esforço pra te contrariar, de tantas mil maneiras que eu posso ser, estou certa que uma delas vai te agradar...

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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

MONOLOGO



Talvez, um dia não me arrependa, de tudo, de não ser o humor, de não ser o espetáculo, de não me preocupar em ser

Talvez Seja menos tolo, em querer, ver desconfiança, em caminhos certos, rotas determinadas! Sem pesadelos, só momentos de dormir

Talvez troque experiências, com dementes, que juravam o amor, mas o amor num é palpável, não remido, não é destacável, nesse momento, nessa época,

Talvez, um dia se abram outros momentos, outros belos momentos, onde rosas, eram um bom palpite, eram preferidas, onde ainda se podia sentir o odor delas

Talvez consiga parar, de enfabular, de ficar só nessa, de um talvez

Talvez um dia, crie coragem, e acabe com minha bela obra prima, Oh vida!

Ou talvez , não fique mais entre linhas , me rastejando, me corroendo, me escondendo, em meio a mentiras, tão minhas, tão vividas, tão repelidas

Quem sabe, o céu não brilhe dessa vez, a cor de cinza sai de meus olhos, quando parar de pensa em Talvez , e Virar, SIM, Com Certeza, ou Jamais Nunca, ou o incrível não

Pensar que tudo está perdido e se esconder em meias palavras , pra essa pessoa já chega, prefiro me esconder de vez em meu esquecimento

Tentar fechar os olhos, e incrivelmente sorrir

Como sinto que sorrio em meus sonos, tão alegres, tão sedados

Meus dias não são tão cansativos assim!

São dias horas minutes segundos

Não tenho emoções, trovas e versos, cores, muito menos alegrias, tento às vezes descontrair,

Tento às vezes sair desse talvez, porque talvez deveria eu sair disso, são tantos anos

São tantas memórias, tantas indecisões, pra que pular, pra que deixar, pra que amar?

Pra que?

Amas? Quantas vezes por dia?

Mas porque o faz?

Tens algo em troca?

Tens historias porque amou? Mais e dai elas são boas, ou devem ser esquecidas, por que por ventura pode enfim acabar?

Rezas todos os dias? , mas porque não Oras, tão mais criativo?

Ou melhor, porque não conversa?

Com Deus? Com O diabo?

Com um ser imaginário?

Porque não consigo mesmo?

Oh, pra que pensar em convencer consigo próprio, achando que podes ser seu próprio Deus

Não estou sendo descrente, não quero muito menos ser agnóstico

Merecemos ter uma crença, quem nos julgara se não a tivermos:?

Os momentos são tristes se não se tem alguém pra culpar, por que não culpar um Deus, Porque não se culpar,

Porque, porquês? Enfim, são Meros Talvez, tantos esses porquês

Porque, falo isso desde meu sempre, mas quando entendi o porquê dos porquês entro pra mim o talvez

A palavra que teima em não sair do meu vocábulo!

Seria eu indeciso, antes de ser este tal

Queria tanto desabafar, queria tanto sorrir, não, não não queria eu chorar

Deixar sair em forma de sentimento, aglomerados de sentimento, não tão puro, não tão glorioso

Seria a palavra perfeita pra descrever um sentimento bom, sem lacunas entre abertas

Lacunas, a vida é cheia delas caminhos distintos, não se quer pense que fugi, em não querer falar em talvez, a tantos talvez nessa história, nessa idéia de poesia, ou desabafo.

Queria voltar a ser criança, queria voltar a amar e num sentir uma dor se que em meu peito, queria meu amor puro de volta, aquele que quando ainda num era eu mais criança num tinha, mas ainda num havia tanta luxuria nesse sentimento,o querer , ser indiferente

Porque continuaria , por amor, por conformidade, carinho ou amizade?por que continuaria, talvez não sejamos tão diferentes,

Talvez nunca tenha existido amor, talvez dois corações machucados, daqueles que nem sangue jorra mais, pois não tem sentimento, seria o momento que voltei a me tornar criança?

Esse que tem medo da perda, todos temos medo de perder alguém, aprendemos a ter muito mais a ver com outros do que com nos mesmos!

Somos e deixamos de ser, mas pra que

Pra nos tornamos Talvez?

Num quero viver de uma ameaça, quero viver, ou me rastejar ate o fim!

Pois num tem ninguém que o faça melhor daquele que provou de um tudo, e não se encontra em mais nada!


Renato Saccaro Neto, Monologo Parte I, de Muitos….


ESTE TEXTO/POEMA É DESSE MEU GRANDE AMIGO RENATO, QUE MUITO GENTILMENTE ME ENVIOU PARA PODERMOS BLOGA-LO.... ESPERO ANCIOSA PELAS OUTRAS PARTES....






Um comentário:

  1. Renato Saccaro Neto5 de janeiro de 2011 11:21

    Foi um prazer , passar , um momento meu pra você, lindo blog!

    Bjo Renato. S . Neto

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